Paris Jackson promove novo álbum no 101.9 KINK PNC Live Studio
Paris Jackson esteve no 101.9 KINK PNC Live Studio, em Portland, para uma apresentação ao vivo e uma entrevista exclusiva.
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Portland, dois shows no mesmo dia e o lançamento do álbum
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E: Essa é Paris Jackson! Continuem aplaudindo Paris Jackson e companhia. E a camiseta do dia... uma dessas duas. Não sei qual é melhor: Soundgarden ou Alice in Chains?
P: Bom, aquela ali é minha e ele está usando emprestada. Então eu escolheria aquela.
E: Então também vou escolher aquela.
P: A gente divide as roupas.
E: Bem-vindos ao PNC Live Studio. Aliás, este é um dos dois shows que vocês fazem hoje. Mais tarde tem outro no Crystal Ballroom. Vocês já foram até lá?
P: Ainda não.
E: É uma loucura. O lugar tem um piso enorme que meio que quica. É muito doido. Antigamente era um salão de dança. Vocês podem confirmar isso, né? Viram? Então prestem atenção no chão.
E: Tem o show de hoje à noite e, daqui a duas semanas, chega o álbum Happiest Day of My Life. Parabéns.
P: Obrigada.
E: É uma grande conquista. Daqui a exatamente duas semanas, onde você vai estar? Vai comemorar o lançamento em algum lugar? Vai a uma loja de discos? Vai estar no palco?
P: Vamos comemorar em casa.
E: Em casa?
P: [risos] Em Los Angeles, sim.
E: É um bom lugar para estar.
P: Sim.
E: Esta é a Cidade das Rosas. Bem-vinda a Portland. Você já passou bastante tempo por aqui?
P: Normalmente só passo pela cidade durante turnês. Ontem à noite, a banda toda foi assistir a Homem-Aranha. Foi ótimo. Vocês têm cinemas muito bons aqui.
P: Mas tenho vários planos porque gosto de acampar. Já fui para a região do Monte Shasta, mais ou menos 300 milhas ao sul de Portland, mas definitivamente gostaria de explorar lugares como Gravity Falls e várias outras coisas por aqui.
E: Ah, sim. Somos muito privilegiados nesse sentido. Temos as montanhas, o litoral, o desfiladeiro...
P: Sim.
E: É ótimo. Exceto quando tudo está pegando fogo, claro.
P: Na Califórnia a gente tem bastante disso.
E: Pois é. É muito triste tudo o que estamos vivendo, mas não vamos derrubar o clima da sala falando de incêndios e desastres naturais. Meu Deus.
Andy Hull, Manchester Orchestra e o primeiro álbum
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E: Quero voltar rapidinho ao primeiro álbum, porque você dividiu o palco hoje com o cara que produziu aquele disco. Manchester Orchestra também tocou aqui alguns anos atrás.
E: Andy Hull é do Manchester Orchestra, e foi ele quem produziu seu primeiro álbum. Você já era muito fã dele e simplesmente entrou em contato? Como isso aconteceu no primeiro disco?
P: Sim. Eu fiquei stalkeando ele no Twitter durante um tempo. [risos]
P: Naquela época — não sei como funcionam as DMs hoje porque quase não uso mais a plataforma — para conseguir mandar mensagem para uma pessoa verificada, ela precisava seguir você primeiro.
P: Então tuitei para ele algo tipo: “Olha suas DMs”.
P: E eu já tinha uma mensagem pronta nas minhas notas, só esperando ele me seguir de volta. [risos]
P: Aí ele me seguiu e respondeu: “Não estou vendo nenhuma mensagem”.
P: Então mandei.
P: Depois acabamos trabalhando juntos no álbum e ficamos muito próximos. Inclusive já passei o Dia de Ação de Graças com ele.
E: Sério? [risos] Eu sou muito fã daquela banda. Então foi um baita presente ter ele no seu primeiro álbum.
Linda Perry, Butch Walker e o segundo álbum
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E: E aí chegamos ao disco número dois.
P: Sim.
E: E agora você tem Linda Perry e Butch Walker. Nomes de peso mesmo. Não sei se todo mundo aqui conhece todos os artistas com quem esses produtores já trabalharam, mas é uma lista enorme e impressionante.
E: Com qual produtor você passou mais tempo neste disco? E com quem você sente que mais cresceu como compositora e como artista?
P: Ah, não vou ficar comparando um com o outro. [risos]
P: Mas provavelmente passei mais tempo com a Linda.
E: Sim.
P: Teve bastante tempo simplesmente convivendo, conversando e criando.
P: A música que fiz com Butch, na verdade, tinha sido gravada originalmente em 2021. Ela fazia parte de um grupo de músicas que fizemos juntos, como Lighthouse e Just You.
P: Acabei lançando essas duas e simplesmente guardei essa outra, Sirens, esperando o momento certo.
P: Ela acabou combinando perfeitamente com este álbum, então coloquei no disco.
P: Mas a maioria das músicas eu fiz com a Linda.
Marcy Playground e as influências do novo disco
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E: Você cita Nirvana, Smashing Pumpkins e também Marcy Playground como inspirações para este novo álbum.
E: Marcy Playground talvez não seja uma referência tão óbvia para algumas pessoas, mas eu sou muito fã daquele primeiro disco — músicas como Poppies, Sherry Fraser...
P: Sim.
E: Então conta um pouco. Você é muito fã daquele álbum? Da banda como um todo?
P: Da banda.
P: Eu adoro o álbum homônimo, mas gosto muito de Shapeshifter. Acho que dá até para argumentar que ele é melhor. Tem músicas incríveis ali.
P: Também gosto muito de MP3, que é o terceiro disco deles.
P: Eu gosto muito mesmo da banda. Já vi eles ao vivo.
Um álbum para a Paris de 15 anos
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E: Você sente mais pressão ou mais conforto ao lançar o segundo álbum?
P: Acho que é uma experiência completamente diferente.
P: O primeiro era definitivamente um álbum conceitual de folk alternativo.
P: Este é mais uma coisa do tipo: eu fiz um disco de que a minha versão de 15 anos teria gostado.
P: Queria fazer alguma coisa que ela achasse legal.
P: Então foi tipo: “Pronto. Toma. Isso aqui é para a adolescente que ainda existe dentro de mim”.
E: Eu adoro isso. [risos] E vocês soaram muito bem. Mal posso esperar para ouvir mais.
P: Obrigada.
E: Bom, vou calar a boca e sair do caminho. Paris Jackson, muito obrigado.
P: Obrigada por receber a gente.

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